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Pelo segundo ano, Amaz√īnia ser√° tema de Bolsonaro em discurso na ONU

Por Elaine Araújo em 22/09/2020 às 08:34:37

Em meio à pandemia do novo coronavírus, a 75¬™ edi√ß√£o da Assembleia Geral da Organiza√ß√£o das Na√ß√Ķes Unidas (ONU) ser√° realizada este ano de forma virtual.

Nesta ter√ßa-feira (22), em Nova York, come√ßa o debate com a participa√ß√£o de líderes mundiais. Tradicionalmente, o Brasil é o primeiro país a fazer um pronunciamento. O presidente Jair Bolsonaro enviou uma declara√ß√£o gravada.

Assim como em 2019, quando discursou pela primeira vez na ONU, Bolsonaro deve falar sobre a Amazônia e as políticas ambientais do seu governo.

"O presidente vai tocar na Amazônia. A princípio vai mostrar aquilo que estamos fazendo. Temos ainda a cria√ß√£o do Conselho [da Amazônia], a cria√ß√£o da opera√ß√£o Verde Brasil 2, um esfor√ßo do governo em combater as ilegalidades, o que n√£o é simples, n√£o é f√°cil e elas continuam a ocorrer, infelizmente", afirmou a jornalistas, nesta segunda-feira (21), em Brasília, o vice-presidente Hamilton Mour√£o. Ele coordena as a√ß√Ķes do governo brasileiro no combate ao desmatamento e às queimadas na Amazônia.

Transmiss√£o pela TV Brasil

A abertura oficial da Assembleia Geral será transmitida pela ONU, e pode ser acompanhada no link, a partir das 10h. O discurso do presidente Bolsonaro será transmitido pela TV Brasil, emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Pela ordem dos pronunciamentos informados pelo Palácio do Planalto, a primeira declaração será do novo secretário-geral da ONU, Volkan Bozkir.

Em seguida, o atual secret√°rio-geral, Antonio Guterres, apresentar√° o relatório anual sobre as atividades da organiza√ß√£o. O tema do encontro este ano é "O futuro que queremos, as Na√ß√Ķes Unidas que precisamos: reafirmar nosso compromisso coletivo com o multilateralismo - enfrentando a covid-19 por meio de uma a√ß√£o multilateral efetiva".

Outro ponto a ser abordado no discurso de Bolsonaro ser√° a pandemia do novo coronavírus. O presidente deve reiterar sua posi√ß√£o de que as consequ√™ncias econômicas da crise devem ser tratadas com a mesma prioridade das quest√Ķes de saúde.

Fonte: Agência Brasil

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